sexta-feira, 19 de agosto de 2016

NUMERADAS XIX



01 – FRASE INFELIZ: mamãe costuma dizer que “quem muito fala, muito erra”. Esse Galvão Bueno não para de falar. Em média, 90% é babaquice. Durante a premiação de Medalha de Ouro, para o norte coreano Ri Se Gwang, o imbecil observou: “Sempre de cara fechada”. Galvão fique você, e essa “mundiça” da esquerda brasileira, sabendo que, quem nasce, cresce e vive na Coreia do Norte, não tem nenhum um motivo para expor qualquer gesto de felicidade. A República da Coreia do Norte é um dos piores lugares no Planeta Terra, para se viver. Um dos piores lugares, do planeta! Aliás, esse pessoal de nossa esquerda deveria se mudar para lá, ao invés de quer aquele regime insano para nós...


02 – HISTERIA: durante a prova de natação em que o nadador norte-americano Michael Phelps ganhou sua Medalha de Ouro, Galvão Bueno gritou tanto que os outros narradores, da imprensa internacional, sentindo-se incomodados, reclamaram muito em seus respectivos noticiários mundo a fora. Já pesou?! Esse imbecil merece a Medalha de Ouro por Falta de Censo do Ridículo...


03- BABAQUICE: quem foi o infeliz que decidiu botar a pira olímpica longe do local dos jogos? Pois, o pessoal da TV Globo enlouqueceu e só fala nisso...


04 – FALA: “O dono do defunto (dillMA) pode abrir o caixão quantas vezes quiser. Mas uma hora vai ter de enterrá-lo” - Magno Malta.


05–FALA II: “Senhor presidente Lewandowski, eu fui estudante. Como sou amante da língua portuguesa, ao assumir a presidência do STF serei presidente”. - Carmem Lúcia.


06 – PROCURADO: dois mil reais é quanto governo oferece para quem dê pista de três traficantes, responsáveis por atacar uma viatura policial no Rio de Janeiro. Parece piada, mas, não é: dois mil reais... esse dinheiro não dará para comprar o caixão do “dedo-duro”...


07 - INDISCIPLINADO: durante a copa da França, em 1998, havia um jogador da Seleção da Bélgica, nascido no Brasil, de nome Oliveira - os belgas o chamavam de “Olivêrrá”. Durante uma partida, dois jogadores foram substituídos. Saíram numa boa. Rindo, acenando para a torcida. Mas quando foi a vez dele, saiu brabo e fazendo gestos, igual esse otário do judô com crise de identidade – não sabe se é brasileiro ou libanês... Em tempo: merece os dois anos de suspensão previstos pelo COI, para aprender o que é “espírito de competitividade”...


08 – BEM GUARDADO: que interessante... Um navio, com atletas norte-americanos, está ancorado na cidade do Rio de Janeiro e quem lhe dá segurança é a Marinha do Brasil e a Polícia Federal...


09–RAFAELA SILVA: essa história de “superação” é um prato cheio para exploração midiática...


10 –GAIA: atenção, tu qui é cazádu, i entrô neça onhida di Pokemon. Cuidado! Inquântu tu tá na rua percurânu o bichim, ele pódi istá in tua caza, in riba di tua cama, atracádu cum tua muié, cabra besta! – [chico potengy]

JACK CONWAY: EU DIRIGI JOHN WAYNE

Muita gente não sabe, mas, o primeiro diretor de cinema a dirigir John Wayne (1907-1979) foi Jack Conway (1887–1952). Isso bem antes de John Ford (1894-1973) se interessar peloo moço. O filme foi “Mocidade Esportiva” (Brown of Harvard/1926) onde o jovem e desajeitado “Duke” Morrison - como era chamado nos seus primeiros filmes - aparece como um Jogador de Futebol da Universidade de Yale. A “ponta” foi tão insignificante que o rapaz nem teve seu nome creditado. E foi só esse filme mesmo. Mas ali começava uma história de uma das maiores lendas do cinema de todos os tempos: John Wayne.
Hugh Ryan Conway nasceu em 17 de Julho de 1887, na cidade de Graceville, Minnesota, Estados Unidos da América. Em sua filmografia destaca-se 111 filmes – entre 1912 e 1948. O primeiro foi “Her Indian Hero”, onde dirigiu, ao lado de Al Christie (1881–1951) , e também atuou. Seu último foi “Travessuras de Júlia” (Julia Misbehaves), com um elenco riquíssimo: Greer Garson (1904–1996); Walter Pidgeon (1897–1984), Peter Lawford (1923–1984), Elizabeth Taylor (1932–2011) e Cesar Romero (1907–1994), entre outros.

Conway faleceu em 11 de outubro de 1952, em Pacific Palisades, Califórnia. Deixou esposa - Virginia Bushman (segundo casamento entre 1926 e 1952) - e dois filhos. Do primeiro casamento – com Viola Barry, de 1911 a 1918 – deixou dois filhos. - chico potengy

ANJOS

Você sabe o nome dos anjos ?
Gabriel, Rafael, Miguel e outros anjos. Todos terminam com " el".
Como todos os estudiosos sérios, teólogos e rabinos sabem, as tabelas de
anjos foram criadas sem fundamento . . .
Sendo assim seguem no texto abaixo, as novas descobertas relativas aos
estudos desses seres protetores.
   NOVOS ANJOS :
  
    Motel - anjo protetor dos amantes
   Aluguel - anjo mau. Não deixa a pessoa conseguir sua casa própria.
   Embratel - anjo protetor do monopólio das comunicações. Mais conhecido como Lúcifer)
   Chanel - anjo protetor dos costureiros e estilistas.
   Papai Noel - anjo protetor do comércio. Só aparece no fim de ano.
   Tonel - anjo protetor dos alcoólatras anônimos e bêbados em geral.
   Quartel - anjo que protege os gays enrustidos. (principalmente os fardados )
   Sarapatel - anjo protetor das comidas baianas
   Pastel - anjo protetor da colônia japonesa.
   Samuel - anjo protetor da poupança.
   Gel - anjo que protege as pessoas com cabelos rebeldes.
   Bordel - anjo protetor do sexo grupal.
   Manoel - anjo protetor das piadas preconceituosas.
   Papel - anjo protetor daqueles com intestinos soltos.
   Anatel - anjo que como qualquer outro órgão do governo não serve para nada.- Anônimo

quarta-feira, 17 de agosto de 2016

A “MAGRELA” ENFRENTA MONGA


Já escrevi sobre Elisângela, uma garota que morou em minha casa por nove anos. Magra feito um palito. Chorava (literalmente) para não comer. Era preciso Graça sentar do lado dela, e dizer que só sairia da mesa depois de “limpar” o prato. Em um dia de 1993 armaram um parque de diversão ali na esquina das avenidas Prudente de Moraes com Alexandrino de Alencar, em frente ao Corpo de Bombeiros, pouco mais de um quilômetro lá de casa.  O alto falante anunciava as atrações da noite, com destaque para “Monga - a moça que se transforma em macaco, por um processo de metamorfose do imaginário, da película do filme..., de não sei o quê, e coisa e tal...,” enrolava o locutor. Lá em casa as meninas se animaram com o “leriado” prometido. Eu estava vendo um filme quando Graça irrompeu no meu “quarto-refúgio”, me chamando para ir com elas. Minha filha quis brincar nos balanços, cavalinhos, roda gigante e comer as guloseimas vendidas na festa. Elisângela, com sua costumeira gaiatice, quis ver Monga. Rindo, Graça disse: “Mulher, você não vai gostar de ver isso”. “’Que nada, mãezinha’, eu quero conhecer essa tal de Monga”, respondeu confiante. Comprei o ingresso e lá se foi ela toda sorriso, toda faceira, gingando um par de pernas, mais parecendo dois “cambitos”. Ficamos lá fora esperando ela voltar. A subida para o grafitado ônibus, onde acontecia atração, era feita por uma rampa de madeira encaixada numa moldura de ferro, com uma saliência de uns dois centímetros de largura, creio eu. Era preciso ter cuidado na descida. Lá dentro começou a transformação da moça vestindo um biquíni, e a gritaria de quem estava vendo a cena. O locutor pedia calma as pessoas, prometendo que a “gorila” não fugiria das grandes que a prendia, que era seguro e coisa e tal. Mas, de repente ouviu-se o rebentar das grandes e a gritaria de quem estava lá dentro do ônibus. Elisangela foi a primeira a aparecer na porta e desceu a rampa numa disparada que nem o satanás a alcançaria. Acontece que a “gorila”, que propositadamente havia roçado seu braço peludo no braço da menina, foi até a porta urrando e batendo nos peitos. Nisso a“magrela” inventou de olhar para trás. O pavor visivelmente estampado em seu semblante. Foi quando alcançou a moldura de aço e, sem perceber, topou na saliência da chapa de ferro, sendo jogada para frente. Caiu estatelada com a cara no solo de barro vermelho, fazendo a poeira subir. As atrações do parque praticamente pararam para ver a cena. Ela com a roupa toda suja de pó avermelhado, o povo dando risada. A pobrezinha levantou-se, a princípio desconfiada, depois caio num pranto, abraçada a Graça em crise de riso. Monga foi “amansada”, voltou para sua cela e depois a “realidade” de uma moça vestida de biquíni. – [chico potengy]

NUMERADAS XVIII


[chico potengy]