terça-feira, 6 de setembro de 2016

FESTIVAL JOHN WAYNE * 10 - GIGANTES EM LUTA (***)


“The War Wagon”/1967
Direção: Burt Kennedy
Roteiro: Clair Huffaker
Fotografia: William H. Clothier
Música: Dimitri Tionkin.
Produtor: Marvin Schwartz para a Batjack.

Com John Wayne, Kirk Douglas, Joanna Barnes, Howard Keel, Robert Walker Jr., Keenan Wynn, Bruce Cabot, Valora Noland, Bruce Dern, Emilio Fernandez, e grande elenco…


Comentário: Andei dando uma parada nas publicações referente ao “Festival John Wayne” que eu promovo para mim mesmo aqui em casa, mas isso não significou que tenha dado uma parada em ver filmes. Não!Todos os dias eu vejo um diferente. E, ao contrario do que possa parecer, não são só filmes com o “Duke”. Costumo intercalar com outros que já vi, ou não. Em breve escreverei sobre eles. Agora vou falar sobre o filme Gigante em Luta, que é um daqueles bons faroestes com muita ação e tiroteio. Estrelado por John Wayne e Kirk Douglas - que este ano, em dezembro próximo, fará 100 anos de vida. Ambientado na fronteira dos Estados Unidos com o México (todo rodado na belíssima região de Durango, México. Aliás, você chega a pensa que o é o Seridó norte-rio-grandense. Cenário realmente muito parecido), no fim do século XIX,conta que Taw Jackson (Wayne), depois de três anos preso injustamente, volta a sua cidade sob condicional.  Um crime foi “arranjado” para tirá-lo de seu rancho, rico em prata. Sua minaé muito cobiçada por um homem sem escrúpulo de nome Pierce (Bruce Cabot), que vive rodeado de capangas fortemente armado. Contudo, ele tenta contratar Lomax (Douglas), perigoso pistoleiro da região, para matar o verdadeiro dono da terra. Mas Taw Jackson voltou por um propósito: assalta o carro blindado que carrega meio milhão de dólares em prata. Para isso, tem de formar uma parceria com alguns desajustados, além de uma tribo de índios e..., Lomax. A cena do assalto ao carro blindado, com uma metralhadora giratória montado na parte de cima do veiculo, é de tirar o fôlego. Muita correria, tiroteio, explosões, e um final surpreendentemente inimaginável. A fotografia ficou sob a competência do conhecido William H. Clothier. O roteiro é de. Destaque para as belezas femininas de Joanna Barnes e Valora Noland que, mesmo “desarrumada”, ficou linda em suas cenas. As curiosidades ficam por conta do diretor da segunda unidade: Cliff Lyons (geralmente cenas de quedas de cavalos em tiroteios, quedas de dublês, etc. Ele era muito bom nesse tipo de ação), sempre trabalhando ao lado de John Wayne. Também o ator mexicano Emilio Fernandez (1904-1986) - em seu costumeiro papei de bandido mexicano, o que fazia com muita competência e com todos os clichês que Hollywood roteirizava: sombreiro e cartucheiras encruzilhadas o peito. Também há lindas garotas chinesas, a belíssima música tema de abertura, “Balladof The War Wagon”, com letra de Ned Washington, música de Demitri Tionkin e cantada por Ed Emes – conhecidíssimo no Brasil como o índio “Mingo”, da Série Daniel Boone. A única aberração no filme ficou por conta da legenda em português. Todos os meus amigos sabem que não falo inglês. Mas, com tantos anos de experiência cinéfila, principalmente vendo filmes faroeste, é claro que aprendi “meia dúzia” de três ou quatro palavras. E só! Mas, mesmo com essa paupérrima “bagagem”, me dou ao luxo de rir desse povo que legenda os filmes aqui no Brasil. Em uma cena Lomax (Douglas) pergunta: “What’s that?” Taw Jackson (Wayne), responde: “The Kiowa tribe.” O sujeito da legenda escreveu a resposta assim: “A tribo Kyola”. Noutra cena um dos bandidos sugere dá a volta num desfiladeiro para cruzar um rio, cuja ponte acaba de ser destruída por uma explosão planejada. Mas, outro pistoleiro protesta, dizendo: “Why, that’s three miles away”. Traduziram: “Mas fica há três quilômetros”. “Three miles” não são três quilômetros. Fiz os cálculos. São mais de quatro. 4.828, para ser exato. Ou seja: quase cinco quilômetros. Mas, o pior estava por vir. Numa cena final Taw pede ao jovem Billy Hyatt (Robert Walker Jr.): “Toss me those saddlebangs.” Traduzira: “Traga-me essa sela.” A palavra sela, em inglês, se escreve “saddle”. O que o personagem de John Wayne queria era o alforje: “Saddlebang”. Mas, nada disso altera o “sabor” deste filme. Recomendo. – chico potengy







sexta-feira, 26 de agosto de 2016

NUMERADAS XX

01 – BOLA FORA: a chamada da TV Globo, para a volta da audiência do Campeonato Brasileiro, diz: “Durante os Jogos Olímpicos o Brasil vestiu a mesma camisa. Agora é a vez de vestir outra vez a de seu clube.” Ôxi, meu bichim, você tá ficânu doídu, é? Minha camisa é sempre a do Alecrim Futebol Clube. Ganhando ou perdendo, é sempre Alecrim... Algumas vezes..., Botafogo ou Santos. Mas, sempre Alecrim.




ALECRIM FUTEBOL CLUBE – 101 ANOS DE HISTÓRIA – ALMOÇO COMEMORATIVO - MAIS FOTOS

... José Normando Bezerra disse tudo o que tinha de ser dito...: “O Alecrim não me deve nada. Eu não fiz mais do que minha obrigação como torcedor”! - cp

ALECRIM FUTEBOL CLUBE – 101 ANOS DE HISTÓRIA – ALMOÇO COMEMORATIVO

Sexta-feira (19) recebi um convite de Normando Bezerra para comparecer ao almoço, para comemorarmos a passagem dos 101 Anos do Alecrim Futebol Clube. Aconteceu no domingo (21) na sede da Terlern, no bairro de Nazaré. Aqui estão algumas fotos que fiz da festa. Na ocasião o Clube fez várias homenagens. Algumas merecidas. Já outras... - cp