Filatelia
é a ciência, e a arte de lidar com selos postais. Criando na Inglaterra, em
1840, por Sir Rowland Hill, visava melhorias na receita postal, enfraquecida
pela esperteza de alguns súditos que não gostavam de pagar o valor das cartas
recebidas. Na época a correspondência era paga por quem a recebia. Então nasceu
o "Penny Black", e a correspondência passou a ser paga por quem a
mandava. Não tardou e outros países seguiram o exemplo. O Brasil foi o segundo
a emitir selos de cartas, lançando o mundialmente famoso "Olho de
Boi" em 1843. Hoje todos os países emitem selos postais. Inicialmente os
selos traziam estampados os símbolos da Nação que o emitia: Inglaterra, a
efígie da rainha Vitória. Egito, as pirâmides. Japão, o Brasão, símbolo do
poder, Imperial (era proibida a efígie do imperador para que os funcionários
dos correios não carimbassem o rosto do monarca). Com o tempo os selos passaram
a ser, em sua maioria, comemorativos: esportes, religiões, danças típicas, fauna,
flora, trajes típicos, personalidades, instituições, eventos, campanhas
públicas, artes e cinema, entre tantos outros, são exemplos do que os países
comemoram. Com isso, além da Bandeira Nacional, o Hino, o Brasão das Armas, o
selo de carta também dever ser considerado um Símbolo Nacional. Pois é ele quem
visualmente "fala" das riquezas do seu país as pessoas em todo o
mundo. Em 1989 o correio americano homenageou, em selos, quatro grandes filmes,
por ocasião dos 50 anos que haviam sido lançados: O Mágico de Oz (The Wizard of
Oz), ...E o Vento Levou (Gone With the Wind, Beua Geste (idem) e No Tempo das
Diligências (Stagecoach), com o valor facial de 25 centes, cada. Os selos
mostram Doroth (Judy Garland) com seu cãozinho Totó, Rhett Butler e Scarlett O'Hara
(Clark Gable e Vivian Leigh) em "Tara", Beau Geste (Gary Cooper),
Ringo Kid (John Wayne) e a diligência para Lordsburg... – [Chico potengy]
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