quarta-feira, 27 de julho de 2016

BETTE DAVIS


Pois é... , minha mulher não gostava de minha “paixão” por Bette Davis (1908-1989). Eu tinha uma foto da baixinha, em meu “quarto-refúgio”, ela olhava e, não deixava barato, alfinetava: “Meu ‘filho’, incrível como você só gosta de mulheres feia! Parece que só escapou eu mesma.” Dizia e saia muito seria, marcando as pisadas me fazendo ouvir o “som”... É claro que eu ficava calado. Não ia catucar onça com vara curta. E depois, cuma si diz lá in Bacelona, “si é di falá má, é miocalá”... Agora há pouco, fiz uma busca pela tal foto, no Google, e não encontrei. Bom, com o advento do DVC, a segunda melhor invenção da humanidade, segundo o livre pensador Chico Potengy, eu tive acesso a muitos filmes com Bette Davis. Muito provavelmente a maior atriz hollywoodiana de todos os tempos. Creio que na “Filmoteca Bem Johnson” eu tenha uns 20 filmes com ela. E um deles, “Vitória Amarga” (Dark Victory/1939), de Edmund Goulding (1891–1959), Judith Traherne, personagem vivido pela atriz, é vitima do mesmo mal que matou minha mulher: um GBM. – [Chico potengy]

 

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