terça-feira, 23 de fevereiro de 2016

DONA ELZA DA GALINHA


Sexta-feira acordei ao meio-dia. Fui dormir com o telefone propositadamente ligado. Riva Júnior – A Raposa do Nordeste - ficara de ligar. Fomos almoçar em “Dona Elza da Galinha”. Uma agradável viagem de 40 quilômetros, no sentido do sertão. Mas precisamente no local denominado “As Marias”. Município de Macaíba, já na “fronteira” com o município de Bom Jesus, às margens da BR 226. Foi um dos melhores almoços que já tive em toda a minha vida (um prazer indescritível. Começamos a comer às 14 horas e saímos de lá já passava das 18...): a viagem, a beleza e a tranquilidade do lugar, a companhia dos amigos, o sabor do prato principal de dona Elza: galinha caipira. Mas também saiu bode, feijão macaça afarofado, pirão e arroz. Aquele arroz “qui lá in Bacelona nóis chamâmus di ‘arroz di fésta’”. Até agora estou com água na boca só “mi alembrânu du arróis”... Para quem não sabe, aquele arroz feito com a “graxa” da galinha. Comi feito um padre.  “Derna” de 2006 que eu sei da existência de dona Elza. Ouço seu nome todos os dias. Mas, há sempre uma “primeira vez”. Ou, o momento exato para algo bom acontecer... O ambiente é maravilhoso (chegamos num momento que não havia outros clientes, mas, a casa é sempre muito bem frequentada. Aliás, uma referencia de comida típica naquela região). Amplo, limpo, preço bom, muita atenção e calor humano. Dona Elza é uma mulher muito contente. Boa energia.  Nos recebeu muito bem, junto com sua equipe de trabalho. Foi muito “ótimo de bom de mais”..., mesmo! Quando chegamos o poeta Bob Motta já nos aguardava. Ele, um filho, a nora e um neto. Depois do almoço o homem “vexou-se pra ir simbora, obedecendo àquela velha máxima que diz: “Cumê nu fundo, pé no mundo”. Ficamos eu, Riva e seu filho João Vinicius. A pé fomos dar uma volta pelos arredores da casa. Como já disse, saímos já quase às 19 horas. Segue fotos feitas da viagem... - cp





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