terça-feira, 5 de janeiro de 2016

CEIA DE ANO NOVO


“Tudo começou quando certo dia/Eu liguei pro broto que há tempos eu não via”... Belíssima composição de Getúlio Cortes. Eternizada na voz de Roberto Carlos: “O Sósia”... Comigo tudo começou quando, Noite de Natal, sentado à mesa do casal Wilson e Fátima cometi uma gafe - informando que sou Campeão Mundial das Gafes... Eu estava abraçado com um prato cheio de comidas deliciosas e, por não ter a língua, suficientemente ocupada, “lamentei” que, no ano anterior havia um saborosíssimo quiche de bacalhau. Fátima, “a caixa da educação” (segundo mamãe), disse que aquela noite, não, mas, na ceia de Ano Novo teria. Ficou nisso. Na tarde do dia 30 recebi um telefonema de Wilson: “César, venha jantar, aqui em casa, amanhã. Venha sem falta! Fátima vai fazer uma quiche de bacalhau”. Do outro lado da linha, corei... Mas, era tarde de mais. Imediatamente entrei numa loja e comprei uma camisa branca só para o acontecimento. Quando cheguei passava das vinte horas. Havia refrigerante, pão de queijo com um patê de requeijão, cubos de queijo do reino, camarão..., e um papo maravilhoso: eu, Wilson, Fátima, dona Zaíra (mãe de Fátima), e um irmão seu.  A jornalista Vânia Marinho também se fez presente. Ela é mãe do genro do casal anfitrião. A janta..., ah, a janta... Depois a sobremesa...: Sorvete, “pantonete” (segundo mamãe), “pudinho” (segundo mamãe) e chiskeik com cobertura de morango. Saboreamos tudo apreciando a queima de fogos. Minha gente, confesso que comi feito um padre... – [cp]








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