segunda-feira, 15 de junho de 2015

O BONITÃO DAS TAPIOCAS


Ontem à tardinha, estava eu dentro de minha rede quando recebi um telefonema de minha amiga Tereza: 

- Querido, vâmu cumê tapioca?

 Eu adoro ser chamado de “querido”! Eu digo: 

- Bóra!

“Fumu”! “Fumu pra” Pium. Quinze quilômetros lá de casa. Nuh Café é o nome do lugar - maravilhoso! Ambiente aconchegante, tranqüilo, decoração totalmente rústica. Parece casa de fazenda. Tudo muito bonito, bem cuidado. Muito brilho, muita luz, livros, artesanatos. Comida regional, excelente atendimento e muita gente bonita. Tinha gente feia também... Aliás, gente feia é como farinha: em todo canto se acha. Ficamos numa “tenda” (isso mesmo, há várias tendas e as pessoas ocupam a que mais lhe agrada!) na beirinha da estrada que vai para o Litoral Sul. Os carros passando do meu lado. Coisa de dois metros, por aí. Mas, nada que atrapalhasse. Ao contrário, muito interessante. O clima de friozinho, da chuva que caiu, dando um toque todo especial. Um gramado e um jardim muito bem cuidado. Um sapinho insistia em passar aqui do meu lado. Mas, não deu para fotografá-lo. Ele era muito rápido nos pulos. Comemos tapioca recheada com ovos (minha mulher me chamava de “papa-ovo”), café matuto (sem coar), água, chá de camomila e um papo muito bom. O preço? Isso não tem preço... - cp









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