Eu estava, ainda há pouco, na cadeira do dentista quando avistei um carcará sobrevoando o Edifício Barão do Rio Branco. Ele estava em busca de seu “café da manhã”. Há muitos pombos circulando por ali. Dei uma olhada e vi vários. Alguns até namorando. Dei um zoom de cima para baixo e... Me lembrei dessa poesia, declamada por "Roberval Taylor" - que tenho guardada, a sete chaves, desde o inicio dos anos 90 - que diz:
“Um pombo observou
Bela pomba na calçada
E dela se aproximou
Pra tentar um "jogada".
'Como é que é, gente fina'!
Vê-se que o pombo se amarra
'Vamos gastar gazolina, dando
Uma volta na Barra' ?
A pobre pomba, inocente
Foi no fusca do 'pombaço'
E só voltou no nascente
Com cara de 'fiz e faço'.
Passou um mês, outro mês
Mas três meses se passaram
E os meses chegaram a seis
E até os nove chegaram.
Daquela noite de farra
Que varou a madrugada
No passeio pela Barra
Virando um 'barra pesada'.
Pobre pombinha 'Felícia'
Pomba outrora comportada
Do pombo, nem tem notícia
E espera uma pombada...”
Roberval Taylor (Chico Anísio)
Pesquisa: [cp]
“Um pombo observou
Bela pomba na calçada
E dela se aproximou
Pra tentar um "jogada".
'Como é que é, gente fina'!
Vê-se que o pombo se amarra
'Vamos gastar gazolina, dando
Uma volta na Barra' ?
A pobre pomba, inocente
Foi no fusca do 'pombaço'
E só voltou no nascente
Com cara de 'fiz e faço'.
Passou um mês, outro mês
Mas três meses se passaram
E os meses chegaram a seis
E até os nove chegaram.
Daquela noite de farra
Que varou a madrugada
No passeio pela Barra
Virando um 'barra pesada'.
Pobre pombinha 'Felícia'
Pomba outrora comportada
Do pombo, nem tem notícia
E espera uma pombada...”
Roberval Taylor (Chico Anísio)
Pesquisa: [cp]
Nenhum comentário:
Postar um comentário