quarta-feira, 17 de agosto de 2016

ALECRIM FUTEBOL CLUBE – 101 ANOS DE HISTÓRIA

O último dia 15 foi um dia de festa para nós, torcedores do Alecrim Futebol Clube. Comemoramos seus 101 anos de história. E nessa longa caminhada, muitos momentos de conquistas e glórias. Contudo, parodiando Euclides da Cunha, eu diria que o alecrinense é, antes de tudo, um forte. Nosso ultimo título estadual é o do Bicampeonato 1985/86, mas, continuamos acreditando em nossos craques. Por falar em craques, relembramos alguns do nosso passado: Galdino, Icário, Burunga, a inesquecível dupla de 1968, Pedrinho e Valdomiro, Elso, Luizão, Walter Cardoso, Vasconcelos, Odilon, e tantos outros que não tive o privilégio de ter visto em campo. Alberi foi um capitulo a parte, uma vez que sua passagem pelo clube “Verde-Esmeraldino” foi curta. Todavia, deixou sua marca de campeão em 1979. O professor José Normando Bezerra, em sua eterna paixão alecrinense, ariscou-se a me dizer: “Tenho certeza que Zico aprendeu a bater falta com Elson. Foi o jogador mais elegante que eu já vi em campo. Batia falta como ninguém. Aliás, o narrador podia gritar gol antes da falta ser batida”. Às 19 horas nos reunimos na Sede Social do Clube, para uma missa solene. Padre Francisco fez a celebração. A família alecrinense é literalmente uma família. Vai pai, mãe, filhos... É algo bonito de se ver. Nossa festa foi muito simples, mas, de muita emoção para todos os participantes. Chico Araújo animou os participantes, sempre com seu entusiasmo contagiante. Conheci Chico em 1972. É um dos chamados “torcedores símbolo”. Desde 1974 que atua animando missas. Padre Francisco nos falou do dom e da importância da gratidão. E nos exortou a agradecer o privilegio de sermos torcedores alecrinense, e, entusiasmado, não se conteve, assumiu ser torcedor do time do Bairro onde é pároco na igreja de São Sebastião e igreja de São Pedro. Padre na torcida do Alecrim é normal. Tivemos o ex-governador, monsenhor Walfredo Gurgel e padre Pio, hoje com mais de 80 anos, também torcedores. Dei um jeito e fui falar com o celebrante. Estendi a mão e disparei: “Pádi, desde a missa do ano passado que eu desconfiava que morava um periquito verde dentro desse seu peito”. O padre riu pra valer. Ao final, bolo, salgadinhos e refrigerantes. – [chico potengy]





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