domingo, 16 de setembro de 2012

ANTÔNIO AMÂNCIO, O CHARGISTA.

Eu conheci Antônio Amâncio, e seus trabalhos, em 2000. Na época eu trabalhava no Sebo da Praça. Tornei-me seu fã de imediato. E enquanto não o vi em um grande jornal, não sosseguei. O jovem macauense tem charges premiadas na Europa, França e Bahia. Já colaborou com as Revistas Veja, Istoé e a Caros Amigos - além de jornais Sindicais. Vibrei quando ele me disse que estava indo para a Tribuna do Norte. Achei que lá era seu lugar. Mas a atitude arbitraria dos dirigentes, arquitetado pelo deputado Henrique Alves, me fez ver que aquele matutino estava se tornando o “o pior jornal para o melhor leitor”. Para mim, jornal sem independência, não é jornal. É apenas paginas de classificados. Só para o meu leitor ter uma ideia, recentemente Amâncio foi premiado no “Tradicional Salão de Humor de Paraguaçu Paulista e Piracicaba”. Acredita que a Tribuna do Norte não deu uma nota citando o fato? A pergunta é: como uma empresa, tem um funcionário que se destaca, ganhando um prêmio, e não se comenta o assunto? Desde 1996, quando um grupo de judeus pressionou A Tribuna para não aceitar textos meus – fui chamado lá e me pediram para “dar um tempo” - deixei de lê-lo. E com o nascimento do Jornal de Hoje, migrei, de mala e cuia para aquele vespertino. A contratação, feita pelo JH, de Antônio Amâncio – para fazer tabela com jornalistas da competência de Alex Medeiros, Rubens Lemos Filhos, entre outros - fazem daquele veículo da palavra livre, o melhor e o maior jornal do Rio Grande do Norte na atualidade. E digo isso sem medo de errar. E termino com uma frase de Millôr Fernandes: “Jornalismo é oposição. O resto é armazém de secos e molhados.”

(fcb/cp)

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